Relógio para Blog

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Deuses Gregos!


Conheça abaixo uma relação das principais divindades da Grécia Antiga e suas características.
Nome do Deus  -  O que representava

Zeus - rei de todos os deuses
Afrodite - amor
Ares- guerra
Hades - mundo dos mortos e do subterrâneo
Hera - protetora das mulheres, do casamento e do nascimento
Poseidon - mares e oceanos
Eros - amor, paixão
Héstia - lar
Apolo - luz do Sol, poesia, música, beleza masculina
Àrtemis - caça, castidade, animais selvagens e luz
Deméter - colheita, agricultura
Dionísio - festas, vinho
Hermes - mensageiro dos deuses, protetor dos comerciantes, dos viajantes e dos diplomatas.
Hefesto - metais, metalurgia, fogo
Crono - tempo
Gaia - planeta Terra

A época do ouro.


Finalmente foi encontrado ouro no Brasil. O grande sonho de Portugal, que vinha do século XVI, agora dois séculos depois, torna-se realidade. A mineração marcou a economia do Brasil no século XVIII. Provocando grandes mudanças na colônia e na política da metrópole, que agora se tornou muito rigorosa e centralizadora. Afinal, quanto mais ouro fosse para Portugal, melhor seria.


1-Quando se espalhou a notícia de que havia sido descobertas jazidas de ouro na colônia, um grande número de pessoas começou a sonhar em enriquecer rapidamente.
2-Elas deixaram para trás tudo o que tinham, muitas vezes até a família, e correram para a área mineradora. Aquelas que possuíam melhores condições levavam consigo dois ou três escravos negros.
3-Até em Portugal houve a corrida do ouro. Tanta gente começou a sair para vir ao Brasil que o governo português proibiu a emigração, com receio de que faltasse mão-de-obra no país.

4-Os povoados começaram a surgir. Os exploradores reuniam-se em arraiais, formados por cabanas de barro, próximo ás áreas das jazidas. Nunca deixaram de construir uma capelinha.
5-Alguns desses arraiais desapareceram, porque foram abandonados assim que começava a escassear o ouro na região.
6-Outros, porém, com a descoberta das grandes jazidas, prosperaram e transformaram-se em muitas das importantes cidades da zona mineira.
7-As cidades tinham uma vida intensa. Por suas transitavam homens poderosos que iam cuidar de seus negócios, mulheres ricas em liteiras carregadas por escravos, pessoas pobres dirigindo-se para o seu trabalho e indigentes, que esmolavam um pouco de comida. Esses eram geralmente, negros alforriados ou mestiços que não conseguiam um trabalho regular e viviam em extrema miséria.
8-Na praça central da cidade destacavam-se imponentes edifícios: igrejas, a câmara municipal e a cadeia. Entre eles ficava o pelourinho, símbolo da autoridade, onde eram punidas, muitas vezes com açoites, as pessoas que cometiam delitos e crimes.
9-Os grandes proprietários de lavras e de escravos, os altos funcionários da administração pública e os grandes comerciantes moravam em imponentes mansões e levavam uma vida confortável e luxuosa.
10-Em suas mesas sempre fartas, as porcelanas vinham da China ou da Índia, os copos eram de cristal e os talheres de prata. Vestiam roupas de linho, cetim, rendas, veludos, davam festas que duravam dias e eram servidas pelos escravos domésticos que lavavam, limpavam cozinhavam, cuidavam das crianças.
11-Uma das formas de os mineradores ricos demonstrarem sua posição social era pela construção de igrejas. Organizavam-se em grupos e mandavam construir uma Igreja mais imponente e luxuosa que as outras. Para isso, contratavam construtores, entalhadores, pintores, escultores e músicos. Muitos profissionais vinham de Portugal, mas grande parte deles, principalmente os músicos, era constituída de mulatos
12-Nas ruas estreitas e tortuosas da cidade ficavam as residências das pessoas livres e pobres, os pequenos estabelecimentos comerciais (em que eram vendidos os alimentos, tecidos grosseiros, bebidas, etc.), as hospedarias, os armazéns, os depósitos e as oficinas dos artesãos (pintores, sapateiros, alfaiates, carpinteiros).
13-Mas quem sustentava a riqueza das cidades do ouro? Mas uma vez, foi usada a mão-de-obra do escravo negro.
14-Na mineração, os escravos também enfrentavam péssimas condições de trabalho. A jornada começava muito cedo. Para extrair o ouro, abriam galerias, ficavam em lugares pouco ventilados na água ou atolados no barro.

15-Como eram obrigados a minerar em lugares perigosos, com muita frequência sofriam acidentes. Muitos morriam soterrados ou devido à queda de penhascos.
16- Eram vigiados pelo feitor e seus ajudantes, que os puniam por qualquer falta cometida. Recebiam uma alimentação reduzida: feijão, farinha de milho e toucinho. Quando, ao final do dia, paravam de trabalhar, eram obrigados a formar uma fila para serem revistados, para ver se não tinham “ficado” com ouro. Levados para a senzala, faziam uma refeição e eram acorrentados para dormir.
Organizar uma apresentação ( em forma de programa de televisão).






Rosa de Hiroshima!


Rosa de Hiroshima Pensem nas crianças Mudas telepáticas Pensem nas meninas Cegas inexatas Pensem nas mulheres Rotas alteradas Pensem nas feridas Como rosas cálidas Mas, oh, não se esqueçam Da rosa da rosa Da rosa de Hiroshima A rosa hereditária A rosa radioativa Estúpida e inválida A rosa com cirrose A anti-rosa atômica Sem cor sem perfumeSem rosa sem nada.


Atividades relacionadas:


1.O que teria causado os traumas (doenças) apontados na letra?
2.Qual será o sentido do verso "A rosa radioativa / Estúpida e inválida"?
3.Interpretar os versos "Sem cor sem perfume / Sem rosa sem nada"?
4.Qual será a relação da letra com os acontecimentos históricos envolvendo o Japão durante a Segunda Guerra Mundial?
5.Que tipo de sonoridade a música nos transmite? Esta sonoridade também se relaciona com os acontecimentos acima referidos?





As Consequências da Vinda da Família Real para o Brasil.



Revolução Farroupilha.



Feudalismo.

  O feudalismo tem início com as invasões germânicas (bárbaras ), no século V, sobre o Império Romano do Ocidente (Europa). As características gerais do feudalismo são: poder descentralizado (nas mãos dos senhores feudais), economia baseada na agricultura e utilização do trabalho dos servos. Sendo que nos feudos desenvolvia-se a vida econômica, social e política. Sendo assim os alunos das 7ª série III e IV, procuraram enfatizar este período através de maquetes, foi um trabalho  realizado na disciplina a de História, coordenado pela professora Enetilde Agostini.







terça-feira, 3 de julho de 2012

Economia açucareira

1.Sistema caracterizado pela intervenção do Estado na economia, balança comercial favorável, protecionismo, monopólios, entre outros elementos, são características do (a):
a)Capitalismo financeiro
b)Comunitarismo estatal
c)Livre-cambismo
d)Capitalismo comercial ou mercantilismo
e)Capitalismo monopolista 

2.Explique o que era o pacto colonial.

3. (UFMG) O interesse dos holandeses em ocupar áreas no Brasil está relacionado com:
a)A conquista de territórios estratégicos para quebrar o monopólio da rota da prata
b)Os contratos preferenciais firmados entre Portugal e Inglaterra
c)As barreiras impostas pela Espanha à participação flamenga no comércio açucareiro. (Lembrar das disputas entre Espanha e Países Baixos, os quais se tornaram independentes, e em contrapartida a Espanha retaliou através de restrições comerciais. A partir disso é que os holandeses tentar expandir seus negócios e criam Cia. Das índias Orientais e Cia. Das índias Ocidentais, e invadem o Brasil...)
d)As solicitações dos senhores de engenho, insatisfeitos com o supermonopólio metropolitano.
e)A instalação de técnicas mais avançadas, visando à elevação da produtividade

4.Pode ser considerada uma característica do Sistema Colonial:
a)a não-intervenção do Estado na economia e o incentivo às atividades naturais
b)o monopólio comercial metropolitano e a sua influência no aquecimento da burguesia e no desenvolvimento do capitalismo
c)a economia voltada para o mercado interno e para a acumulação capitalista no setor colonial
d)a extinção do trabalho escravo e o desenvolvimento econômico das áreas coloniais

5.As práticas de intervenção estatal na economia durante a Idade Moderna ficaram conhecidas como mercantilismo, caracterizado:
a)Pelas teorias metalistas, responsáveis por práticas protecionistas, que promoveram grande rivalidade entre as nações européias
b)Pelo controle exclusivo extenso, ou seja, metropolitano e, ao mesmo tempo, pela livre concorrência interna
c)Pela preocupação com o enriquecimento da burguesia em detrimento da nobreza feudal, garantindo a aliança de burgueses de vários
d)Pela limitação das atividades das companhias privadas, dados os privilégios concedidos às empresas estatais
e)Pelo monopólio metropolitano entre as colônias da América, que passou a estimular as disputas entre as empresas burguesas dos mercados(UFSCar-SP) Quanto à "Marcha de Povoamento e a Urbanização do Século XVII"

6.A “W.I. C” era:
a) Companhia das Índias Orientais Holandesas.
b) Companhia das Índias Ocidentais Holandesas.
c) uma Companhia privilegiada para estatal que aprova no Atlântico norte.
d) Uma Companhia corsária, subvencionada pela municipalidade de Londres.
e) uma Companhia que operava exclusivamente com açúcar.

7.A respeito da ocupação do território brasileiro até o século XVII, foram feitas as quatro observações seguintes:
I. Iniciou-se pela nascente do rio Amazonas.
II. Seguiu os cursos dos rios em direção ao interior.
III. Foi decorrência da penetração do gado, da busca de metais preciosos e da exploração de drogas do sertão.
IV. Significou a criação de vilas e cidades na região do Planalto Central.
Pode-se afirmar que estão corretas:
a) I e II, apenas.
b) I, II e III, apenas
c) I, II, III e IV.
d) II e III, apenas.
e) III e IV, apenas.

8.Explique o processo de feitura do açúcar nos engenhos.

9.Comente a composição social do Nordeste açucareiro.

10.Por que o açúcar foi o produto escolhido pela metrópole para ser plantado no Brasil?

11.Explique o sistema de cultivo chamado de "plantantion".

12.Aponte as razões que levaram à predominância da escravidão negra em detrimento da indígena.

13.Explique a relação e a importância dos holandeses com a economia açucareira nordestina.

14.Comente as causas e o resultado da Insurreição Pernambucana.